A Confissão de Fé Batista de 1689 é o principal documento confessional dos batistas reformados (ou batistas particulares). Ela resume, de forma fiel e ordenada, o ensino das Escrituras sobre Deus, a salvação, a igreja e a vida cristã — e continua sendo um guia precioso para a fé e a prática até hoje.
Um pouco de história
Redigida originalmente em 1677 e publicada em 1689, ela foi escrita por pastores batistas na Inglaterra que compartilhavam a teologia reformada. A confissão segue de perto a Confissão de Fé de Westminster e a Declaração de Savoy, diferindo principalmente nos temas do batismo e da igreja.
O que ela ensina?
Em 32 capítulos, a confissão trata das Escrituras, da Trindade, do decreto de Deus, da criação e queda, do pacto da graça, de Cristo como Mediador, da justificação pela fé, da igreja e dos sacramentos — sempre com a marca da soberana graça de Deus na salvação.
Por que ela é importante?
Como disse Charles Spurgeon, que a reimprimiu para sua igreja, ela é “uma excelente expressão dos ensinos das Sagradas Escrituras”. Não substitui a Bíblia, mas ajuda a igreja a guardar e transmitir a sã doutrina.
Onde estudar
Veja as edições e exposições da confissão na coleção Confissão de Fé Batista de 1689, e conheça mais sobre a tradição em Os Batistas.
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